lembra daquela cena que você pinta na sua cabeça quando alguém fala "fralda de pano" (uma fralda quadrada toda branca dobrada em forma de triângulo e presa com alfinetes em volta do bebê)? ok, esqueça isso. hoje em dia já é possível usar fraldas de pano com material resistente, com design bacana e com mais segurança e conforto para o bebê.
há quem precise recorrer às fraldas de pano porquê seu bebê tem alergia às descartáveis; há quem as prefira por conta da proteção ao meio-ambiente, já que fralda descartável agride demais nosso ecosistema; há quem simplesmente não pode ou não concorda em pagar uma grana alta nas fraldas descartáveis...
o fato é que, mais do que nunca, podemos contar com soluções bem práticas, baratas, com qualidade e bonitas para deixar os filhos apenas com fraldas de pano.
nós optamos por esse caminho por conta da preocupação com o meio-ambiente, mas depois ficamos também bem contentes com a economia que ele nos trouxe!
estima-se que são necessárias mais de 5.000 fraldas descartáveis para um bebê, do momento em que ele nasce até a hora de "desfraldar".
muita coisa, não?
imagine a pilha de material não-reciclável que você despeja no meio-ambiente SÓ com fralda descartável! e o pior, esse tipo de material leva quase 500 anos para se decompor!
com as modernas fraldas de pano, você só precisa de algumas poucas dezenas para conseguir dar conta do recado com seu filho ou filha e pronto.
praticidade, conforto e pensamento ecológico.
há quem diga que a conta não é tão simples assim, pois as fraldas de pano tem de ser lavadas e o consumo elevado de água não é lá tão ambientalmente correto assim.
mas o fato é que para se produzir uma fralda descartável (imagine uma fábrica trabalhando em alta escala) também se usa água, seja diretamente, no processo de fabricação, ou indiretamente, por meio da energia elétrica absurda que uma fábrica consome.
(para ver mais sobre essas contas, clique aqui)
no brasil há alguns fabricantes de fraldas de pano (ou "fraldas ecologicamente corretas"), mas, particularmente, não gostei das que vi, seja por causa dos cortes do produto, que dão o "encaixe" no corpo do bebê, seja pelo material ou simplesmente pela aparência.
(mas há alguns modelos nacionais bem interessantes fabricados pela baby slings)
a nanã começou a pesquisar no amazon.com fraldas de pano gringas e achou umas bem legais.
as que mais gostamos foram as da bumGenius, que tem um design bem legal e cores muito bonitas.
conseguimos importá-las pra cá por um preço bem em conta e estamos muito satisfeitos até hoje, com o tito com quase um ano de idade.
o modelo que escolhemos é feito de um material impermeável por fora e que leva na parte interna refis feitos de microfibra de bambu, e tudo pode ser lavado na água quente ou fria e seca bem rápido.
em algumas raras ocasiões recorremos às fraldas descartáveis sim (como numa longa viagem, onde não vai dar pra ficar lavando as fraldas de pano), mas na enorme maioria das vezes o titão tá com as fraldas de pano, na alegria e na tristeza, e tem sido super tranquilo assim.
--
vale a pena conferir: planeta sustentável
--
imagem: http://opopulo.blogspot.com/2008/03/fraldas-de-papel.html
foto: arquivo pessoal, tito com 11 meses
terça-feira, 21 de setembro de 2010
terça-feira, 7 de setembro de 2010
baita respeito às mães solteiras
eu pedi demissão e fiquei alguns dias em casa com a nanã e o titão, curtindo a rotina de casa e esperando o momento da mudança de cidade chegar.
enquanto isso, a gente combinou dela "tirar uns dias de folga" enquanto eu ficaria com as principais tarefas de cuidado com o nosso pequeno: trocar fraldas, dar banho, escolher as roupas, passear, brincar, por pra dormir, levar ao sol, dar de comer, e tudo de novo partindo do começo várias vezes ao dia...
lá estava eu com o tito por horas a fio por vários dias seguidos, enquanto a nanã cuidava da casa, colocava seus assuntos pessoais em dia, arrumava as nossas papeladas e vez ou outra (principalmente nos momentos de desespero) me ajudava.
em três ocasiões do dia ela sempre me dava uma mão:
1. hora de fazer a comida dele;
2. hora de dar banho;
3. quando eu precisava resolver alguma coisa ou ir ao banheiro.
nesses dias eu dei parabéns a minha esposa várias vezes e constatei "você trabalha mais que eu".
pedi desculpas pelas vezes em que eu insinuei que ela ficava em casa o dia todo enquanto eu estava fora trabalhando, que ela poderia aproveitar melhor o tempo para fazer outras coisas, que cuidar de um filho não era assim tão complicado.
senti vergonha, conversamos, me senti um babaca por não tê-la ouvido antes quando ela dizia estar muito cansada e até esgotada emocionalmente.
e isso porque eu estava há poucos dias nessa rotina e com ela em casa pra me ajudar a qualquer momento!
depois disso fiquei pensando em como deve ser difícil para uma mãe cuidar de seu(s) filho(s) sem ter nenhuma pessoa 24 horas por dia para ajudar, seja para ela ir ao banheiro, ir tomar um banho, deitar um pouco quando está com dor nas costas, ou simplesmente ter uma pausa para tomar uma água em paz.
complicado.
tá certo que há bebês e bebês e alguns deles são bem tranquilos e quase não dão trabalho, mas há os que são muito intensos, choram demais, demandam atenção extra, dormem pouco, se irritam muito e os cuidados tem que se redobrar.
nos casos de bebês assim, mais difíceis, as mães solteiras que cuidam sozinhas dos filhos merecem mais respeito, pois a tarefa não é nada mole.
a mãe solteira que cuida dos filhos muitas vezes não pode se dar ao luxo de tomar um banho relaxante e um pouco mais demorado, pois sabe que tem que correr para olhar o bebê, estar a postos caso ela precise agir, amamentar, etc.
e o pior é que na nossa sociedade as pessoas tendem a olhar com ares de reprovação para a mãe solteira, rola aquele lance de "família não pode se desfazer", "se engravidou tem que casar" e outras tolices que sabemos que existem por aí.
portanto, mais do que nunca eu falo: tenho um baita respeito às mães solteiras.
(se você é uma delas e tem que se virar sozinha, parabéns, sei que não deve ser fácil)
--
imagem: http://shopbyog.blogspot.com/
enquanto isso, a gente combinou dela "tirar uns dias de folga" enquanto eu ficaria com as principais tarefas de cuidado com o nosso pequeno: trocar fraldas, dar banho, escolher as roupas, passear, brincar, por pra dormir, levar ao sol, dar de comer, e tudo de novo partindo do começo várias vezes ao dia...
lá estava eu com o tito por horas a fio por vários dias seguidos, enquanto a nanã cuidava da casa, colocava seus assuntos pessoais em dia, arrumava as nossas papeladas e vez ou outra (principalmente nos momentos de desespero) me ajudava.
em três ocasiões do dia ela sempre me dava uma mão:
1. hora de fazer a comida dele;
2. hora de dar banho;
3. quando eu precisava resolver alguma coisa ou ir ao banheiro.
nesses dias eu dei parabéns a minha esposa várias vezes e constatei "você trabalha mais que eu".
pedi desculpas pelas vezes em que eu insinuei que ela ficava em casa o dia todo enquanto eu estava fora trabalhando, que ela poderia aproveitar melhor o tempo para fazer outras coisas, que cuidar de um filho não era assim tão complicado.
senti vergonha, conversamos, me senti um babaca por não tê-la ouvido antes quando ela dizia estar muito cansada e até esgotada emocionalmente.
e isso porque eu estava há poucos dias nessa rotina e com ela em casa pra me ajudar a qualquer momento!
depois disso fiquei pensando em como deve ser difícil para uma mãe cuidar de seu(s) filho(s) sem ter nenhuma pessoa 24 horas por dia para ajudar, seja para ela ir ao banheiro, ir tomar um banho, deitar um pouco quando está com dor nas costas, ou simplesmente ter uma pausa para tomar uma água em paz.
complicado.
tá certo que há bebês e bebês e alguns deles são bem tranquilos e quase não dão trabalho, mas há os que são muito intensos, choram demais, demandam atenção extra, dormem pouco, se irritam muito e os cuidados tem que se redobrar.
nos casos de bebês assim, mais difíceis, as mães solteiras que cuidam sozinhas dos filhos merecem mais respeito, pois a tarefa não é nada mole.
a mãe solteira que cuida dos filhos muitas vezes não pode se dar ao luxo de tomar um banho relaxante e um pouco mais demorado, pois sabe que tem que correr para olhar o bebê, estar a postos caso ela precise agir, amamentar, etc.
e o pior é que na nossa sociedade as pessoas tendem a olhar com ares de reprovação para a mãe solteira, rola aquele lance de "família não pode se desfazer", "se engravidou tem que casar" e outras tolices que sabemos que existem por aí.
portanto, mais do que nunca eu falo: tenho um baita respeito às mães solteiras.
(se você é uma delas e tem que se virar sozinha, parabéns, sei que não deve ser fácil)
--
imagem: http://shopbyog.blogspot.com/
Marcadores:
mãe solteira,
maternidade,
preconceitos,
trabalho
terça-feira, 31 de agosto de 2010
a aula de natação e a inevitável projeção
na última sexta-feira peguei folga do trabalho para acompanhar o tito em sua primeira aulinha de natação.
adorei ver a sua ansiedade para entrar logo na água, interagir com os outros bebês, brincar.
fora da piscina, esperando a hora para entrar, o pequeno mal se aguentava, olhava atentamente para a piscina, apontava, me olhava, olhava para a mãe, para a água novamente, se agitava...
foi uma delícia e foi inevitável não pensar "será tão legal se ele quiser ser nadador".
no mesmo instante sumi com esse pensamento da cabeça e foquei em apenas curtir o momento com ele.
ali, naquela hora, naquele ambiente acolhedor, e nada mais - sem sonhos para o futuro, sem "o que será que ele vai querer fazer quando crescer?", sem expectativas.
definitivamente não quero ser um pai que tenta fazer com que o filho realize os seus sonhos fracassados ou nunca tentados de outrora.
durante muito tempo fui nadador amador e eu amava isso.
durante algum tempo eu fui escalador (quase) amador e eu adorava isso.
durante sei-lá-quanto-tempo eu me esforcei para ser malabarista e hoje estou bem resolvido em assumir que é apenas um hobby e disso não passará.
e a lista segue.
.
.
.
a nanã e eu combinamos que não queremos cultivar em nosso filho o sentimento de disputa, de competição, mas eu sempre lhe perguntava "e se ele resolve virar nadador e quiser competir? não vamos incentivar isso?".
era a minha vontade em ser mais alto e mais talentoso na natação sendo projetada ao meu filho e falando por mim.
a nanã adora dança e nos primeiros meses de vida dele dizia que seria o máximo se o tito se tornasse bailarino.
era a vontade dela em ter um filho artista falando mais alto.
o fato é que, no fundo, sabemos que ele será o melhor que ele puder ser naquilo que escolher fazer, e nós não devemos interferir em suas escolhas.
torceremos feitos tietes malucas por ele, seja em qual campo de atuação for, desde que seja para o bem.
e que saibamos conter nossos sonhos não realizados e nossas expectativas quanto ao seu futuro para nós mesmos, a ponto de deixá-lo livre para seguir seu caminho, feliz e confiante.
_______
meu filho, que você mantenha o brilho lindo que eu vi em seus olhos na sua primeira aula de natação para tudo aquilo a que se dedicar.
eu vou te apoiar e torcer muito para que você trilhe um bom caminho, seja ele qual for.
tenho certeza de que você se sairá muito bem.
eu te amo demais.
--
imagem: arquivo pessoal
terça-feira, 10 de agosto de 2010
mais carinho = menos estresse
no último 26 de julho o jounal of epidemiology and community health (jornal de epidemiologia e saúde comunitária) publicou um estudo que mostra que dar bastante carinho e afeto ao bebê nos primeiros meses de vida os ajuda a serem adultos mais equilibrados emocionalmente.
o estudo, intitulado "mother's affection at 8 months predicts emotional distress in adulthood" (algo como "afetividade materna até os 8 meses dita o sofrimento emocional na vida adulta") durou vários anos e contou com a participação de 482 pessoas (homens e mulheres) da cidade de rhode island, nos estados unidos.
já acreditava-se na forte relação entre o afeto materno nos primeiros dias e meses de vida do bebê com uma vida adulta mais equilibrada e tranquila do ponto de vista emocional, mas até então os estudos feitos baseavam-se unicamente em lembranças obtidas pelos entrevistados já na fase adulta.
o novo estudo teve início na década de 1960, época em que a interação entre bebês com até 8 meses e suas mães foi analisada por psicólogos e classificadas numa "escala de afetividade".
por meio de testes, vários dados a respeito da afetividade entre esses adultos quando bebês e suas mães foram comparados, sendo então relacionados ao seu controle emocional na vida adulta.
nos casos em que o "grau" de afetividade foi "baixo" ou "normal" não foi observada muita variação entre os níveis de ansiedade, hostilidade e controle emocional dos adultos. no entanto, quando a afetividade entre mãe e bebê foi considerada "elevada", os adultos mostraram desempenho muito melhor a respeito desses indicadores.
diz o estudo: "elevados níveis de afeto das mães para com seus bebês de até 8 meses são associados a menores sintomas de problemas emocionais em seus filhos 30 anos mais tarde, quando comparados a filhos de mães que demonstraram índices baixos ou normais de carinho e afeto".
"as descobertas apresentadas apóiam fortemente a afirmação de que até mesmo as experiências dos primeiros momentos de vida de um bebê podem influenciar na sua saúde adulta e enfatizam a importância de se ter um relacionamento altamente afetivo (com o bebê)".
--
imagem: arquivo pessoal
Marcadores:
afetividade,
educação,
interação social,
maternidade
terça-feira, 3 de agosto de 2010
não bata, eduque
oi, pessoal.
resolvi compartilhar a importância de um site super coeso e sério sobre um assunto grave e muitas vezes esquecido: a violência infantil (seja física ou moral), que viola os direitos da criança.
resolvi compartilhar a importância de um site super coeso e sério sobre um assunto grave e muitas vezes esquecido: a violência infantil (seja física ou moral), que viola os direitos da criança.
segue um trecho interessante escrito lá:
"embora para o senso comum, a “pedagogia da palmada” seja simplesmente um instrumento corretivo (ou preventivo), ela encerra um problema muito maior que é a banalização do uso da violência como meio de solucionar conflitos. além disso, ensina a criança que a violência é uma maneira plausível e aceitável de se solucionar conflitos e diferenças, principalmente quando você está em uma posição de vantagem física frente ao outro."
vale a pena conferir.
ao usarmos da nossa força ou da nossa "hierarquia" por meio de palavras e atitudes ríspidas, ensinamos à criança que "vence o mais forte", e isso não é um exemplo lá muito bom a se dar. é por atitudes assim que temos adultos tão violentos hoje, pois desde pequenos seus pais e mães mostraram que quem fala mais alto ou bate mais forte ganha. isso tem que mudar!
acredita-se que as crianças que sofrem violência, seja ela psicológica ou física, tendem a se tornar adultos retraídos, introspectivos, com problemas de relacionamento e baixa auto-estima.
é possível educar com ternura. obediência que vem com respeito é imensamente melhor e mais duradoura que obediência conquistada na força, no grito.
não bata, eduque!
visite o site
acredita-se que as crianças que sofrem violência, seja ela psicológica ou física, tendem a se tornar adultos retraídos, introspectivos, com problemas de relacionamento e baixa auto-estima.
é possível educar com ternura. obediência que vem com respeito é imensamente melhor e mais duradoura que obediência conquistada na força, no grito.
não bata, eduque!
visite o site
--
imagem: logo do website não bata, eduque.
imagem: logo do website não bata, eduque.
Marcadores:
direitos da criança,
educação,
violência infantil,
websites
terça-feira, 6 de julho de 2010
rosa é apenas uma cor
há dois finais de semana a nanã e eu fomos à repeteco (um brechó super arrumado com roupas, brinquedos e acessórios infantis em excelente estado, por um preço bem justo) comprar roupas para o tito. na saída, a nanã passou na sessão de roupas novas (por favor, não lembre da banda) e viu uma camiseta rosa muito bacana do tamanho do tito e perguntou se podia levar.
eu estava ao lado do caixa e respondi que tudo bem levar.
"mas é rosa", ela disse.
"e...? leva aí, vai ficar mó bacana nele, rosa é só uma cor".
as duas moças do caixa me olharam e disseram que nunca viram isso na loja, que os pais são sempre preconceituosos com esse lance de cor, etc etc.
a camisa foi pra casa conosco e o titão já usou-a.
afinal, é apenas uma cor.
(e ficou bem legal, vai)
abraço.
--
imagem: arquivo pessoal
eu estava ao lado do caixa e respondi que tudo bem levar.
"mas é rosa", ela disse.
"e...? leva aí, vai ficar mó bacana nele, rosa é só uma cor".
a camisa foi pra casa conosco e o titão já usou-a.
afinal, é apenas uma cor.
(e ficou bem legal, vai)
abraço.
--
imagem: arquivo pessoal
terça-feira, 29 de junho de 2010
o recomeçar
começar de novo, sacudir a poeira, reerguer-se, voltar ao início, ressurgir das cinzas.
recomeçar não é simples e, muitas vezes, não é fácil.
há algumas semanas atrás o ritmo de sono do tito piorou e fazer ele dormir passou a ser um verdadeiro desafio diário (e com proporções muito maiores para a nanã que para mim, assumo). a rotina de "acalmar" a casa ao anoitecer, colocá-lo no sling, por as duas músicas do beirut que ele curte e balançar em passos ritmados e constantes não estava mais funcionando bem para fazê-lo dormir e engatar no sono da noite. além de ter começado a demorar pra ele dormir desse jeito (nosso palpite é que ele "sacou" que a gente estava pondo-o para dormir e aí ele protestava a fortes pulmões), o tito passou a acordar mais vezes ao longo da madrugada e só acalmava se mamasse no peito ou se eu o colocasse no sling e ficasse um bom tempo balançando.
não dava mais, mudamos.
paramos com a cama compartilhada, montamos o berço dele em nosso quarto e combinamos de fazer uma transição do nosso quarto para o quarto dele de forma gradual.
a estadia dele com o berço em nosso quarto durou pouco, porque ele estava muito agitado e acordar várias vezes, tirá-lo do berço e colocá-lo de novo também estava nos matando.
não dava mais, mudamos.
põe o berço e o tito (necessariamente nessa ordem) no quarto dele e vamos torcer para dar certo.
nas primeiras noites deu certo, mas depois ele voltou a se agitar e a acordar demais no sono noturno e deixara agora não só a nanã e a mim insones, mas também a minha irmã, que felizmente fica conosco ao longo da semana e, quando está por aqui, dorme no quarto do pequeno.
mudamos novamente.
como ainda não queremos cobrar dele a maturidade para que durma sozinho e se acalme e se conforte por conta própria, ele voltou ao nosso quarto e assim reavivamos a cama compartilhada, agora com uma rotina um pouco diferente da de antes: sem música, sem sling, quem faz ele dormir de noite é apenas a nanã e com ele mamando. depois vão os dois para a cama e dormem.
se ele dá uma acordadinha de leve de madrugada, nanã dá de mamar e ele volta a dormir, caso contrário, eu pego-o no colo e fico até que ele durma.
por enquanto tem funcionado bem, mas já estamos ok com a idéia de que isso pode mudar em breve (ou não), dependendo do sono dele.
e assim a gente segue, buscando no recomeço um lugar mais confortável que o comodismo.
p.s.: deixá-lo chorando em seu quarto, no berço, sem dar assistência por algumas noites até que ele "aprenda" a dormir sozinho é sim uma opção. mas a gente sempre a descarta.
p.s. 2: eu to de volta.
imagem: windows restart icon (criado por http://www.deleket.com/)
recomeçar não é simples e, muitas vezes, não é fácil.
há algumas semanas atrás o ritmo de sono do tito piorou e fazer ele dormir passou a ser um verdadeiro desafio diário (e com proporções muito maiores para a nanã que para mim, assumo). a rotina de "acalmar" a casa ao anoitecer, colocá-lo no sling, por as duas músicas do beirut que ele curte e balançar em passos ritmados e constantes não estava mais funcionando bem para fazê-lo dormir e engatar no sono da noite. além de ter começado a demorar pra ele dormir desse jeito (nosso palpite é que ele "sacou" que a gente estava pondo-o para dormir e aí ele protestava a fortes pulmões), o tito passou a acordar mais vezes ao longo da madrugada e só acalmava se mamasse no peito ou se eu o colocasse no sling e ficasse um bom tempo balançando.
não dava mais, mudamos.
paramos com a cama compartilhada, montamos o berço dele em nosso quarto e combinamos de fazer uma transição do nosso quarto para o quarto dele de forma gradual.
a estadia dele com o berço em nosso quarto durou pouco, porque ele estava muito agitado e acordar várias vezes, tirá-lo do berço e colocá-lo de novo também estava nos matando.
não dava mais, mudamos.
põe o berço e o tito (necessariamente nessa ordem) no quarto dele e vamos torcer para dar certo.
nas primeiras noites deu certo, mas depois ele voltou a se agitar e a acordar demais no sono noturno e deixara agora não só a nanã e a mim insones, mas também a minha irmã, que felizmente fica conosco ao longo da semana e, quando está por aqui, dorme no quarto do pequeno.
mudamos novamente.
como ainda não queremos cobrar dele a maturidade para que durma sozinho e se acalme e se conforte por conta própria, ele voltou ao nosso quarto e assim reavivamos a cama compartilhada, agora com uma rotina um pouco diferente da de antes: sem música, sem sling, quem faz ele dormir de noite é apenas a nanã e com ele mamando. depois vão os dois para a cama e dormem.
se ele dá uma acordadinha de leve de madrugada, nanã dá de mamar e ele volta a dormir, caso contrário, eu pego-o no colo e fico até que ele durma.
por enquanto tem funcionado bem, mas já estamos ok com a idéia de que isso pode mudar em breve (ou não), dependendo do sono dele.
e assim a gente segue, buscando no recomeço um lugar mais confortável que o comodismo.
p.s.: deixá-lo chorando em seu quarto, no berço, sem dar assistência por algumas noites até que ele "aprenda" a dormir sozinho é sim uma opção. mas a gente sempre a descarta.
p.s. 2: eu to de volta.
imagem: windows restart icon (criado por http://www.deleket.com/)
Assinar:
Postagens (Atom)


.jpg)

